Treino popular da Prozis XTrail Team em Portugal pode acontecer ainda em 2018

A Prozis XTrail Team realizou recentemente o seu primeiro treino “popular”, concretamente em Madrid. Lucinda Sousa esteve presente e revela a sua felicidade por correr na neve e por trocar experiência com outros 16 atletas, entre eles os também portugueses Armando Teixeira e André Rodrigues.

 

Como foi o seu primeiro treino “popular” da Prozis XTrail Team?
O primeiro treino foi aberto a quem quisesse participar, tendo como finalidade a interação da equipa com outros atletas. Para o efeito foram realizados dois grupos de treino, um grupo correu 15 km, enquanto o outro correu 10 km.

E foi realizado em Madrid por alguma razão especial?
Foi uma opção da organização, sendo que a sede da Prozis XTrail Team é em Madrid.

E teremos em breve algum treino destas caraterísticas realizado em Portugal, por exemplo?
Segundo o que me foi transmitido está planeado existir um encontro similar no final de 2018.

E esta iniciativa será algo constante ao longo do ano?
Julgo que não, atendendo ao quadro competitivo dos 18 atletas que compõem a equipa, de países diferentes. Torna-se complicado a sua operacionalização.

A troca de experiência foi um dos motivo do encontro

E qual é a filosofia do treino? O que é pretendido?
Fundamentalmente o de fomentar o espírito de equipa e algum planeamento em conjunto.

Em relação ao treino em si, como foi?
Como referi, foram realizados dois grupos de treino. Um grupo correu 15 km, com 750 metros de desnível positivo, e outro fez 10 km. O treino teve a particularidade de ser todo ele corrido na neve, o que não deixou de ser uma experiência pouco comum para nós, portugueses.

A foto da praxe da Prozis XTrail Team
A foto da praxe da Prozis XTrail Team

E qual foi a estratégia delineada para o treino?
Apenas a confraternização! O objetivo do encontro não teve como finalidade qualquer metodologia específica de treino, não teve qualquer cariz competitivo ou inclusive de cumprimento de um plano de treino. O mesmo aconteceu como consequência de uma atividade que teve como meta dar a conhecer a equipa, bem como a interação dos 17 atletas oriundos de várias nacionalidades (apenas um corredor de origem colombiana não conseguiu aparecer). 

Como disse, a neve marcou o treino. Como foi correr na neve?
Para lá da diversão para quem não costuma correr na neve, esta possui a sua especificidade, nomeadamente devido a incerteza do piso, a dureza do mesmo, assim como a falta de aderência em algumas zonas.

LEIA A SEGUNDA PARTE DA ENTREVISTA NA TERÇA-FEIRA

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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