Pedro Proença: «Com os anos a São Silvestre dos Olivais aumentou a sua exigência»

A São Silvestre dos Olivais, agendada para o próximo dia 30 de dezembro, pelas 21h00, tem este ano como padrinho Pedro Proença, corredor assíduo da São Silvestre mais antiga de Lisboa. O ex-árbitro de futebol e atual presidente da Liga de Clubes recorda nesta entrevista, em duas partes (a segunda será publicada amanhã, dia 28 de dezembro), os primeiros tempos que correu a prova, há 15 anos, quando os participantes eram poucos…

 

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Depois de várias participações, o que significa para si ser o padrinho da São Silvestre dos Olivais?
É uma enorme honra, já que estamos a falar de uma prova com pergaminhos e tradição, uma das mais emblemáticas corridas de São Silvestre.

Concretamente, qual o seu papel? O que significa ser um padrinho de uma corrida?
Significa que posso contribuir para a sua promoção, que posso, através das minhas atividades quotidianas, fazer a divulgação e apregoar os valores que lhe estão subjacentes.

Quais serão as novidades deste ano? Como padrinho, sugeriu algo?
Apenas que mantivesse o cariz popular.

Qual a importância da São Silvestre dos Olivais para a cidade de Lisboa? E para Portugal?
Trata-se de uma prova clássica no calendário do Atletismo e das tradicionais corridas de São Silvestre. É uma das maiores e mais prestigiadas, razão pela qual se deve assumir como um dos grandes momentos do fenómeno desportivo em Portugal.

É um frequentador assíduo da corrida ao longo dos anos. Quando correu pela primeira vez?
Foi há cerca de 15 anos. Nessa altura eram poucos os participantes…

Nesse período temporal, como analisa a evolução da prova? O que ela trouxe para a modalidade em si, na sua opinião?
Ao longo do tempo o número de participantes aumentou bastante e tornou-se uma tradição realizar esta prova. Também se notou uma preocupação com a definição do percurso e aumentaram a exigência na corrida, o que se torna um verdadeiro desafio para quem participa.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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