João Laranjeiro: «A Maratona de Nova Iorque é o sonho de consumo de todo o maratonista»

Depois das participações nas Maratonas de Chicago, Berlim, Paris, Amesterdão, Santiago do Chile, Lisboa e Rio de Janeiro, o português João Laranjeiro correrá no domingo a mais ambicionada, a Maratona de Nova Iorque.

 

Em relação a Maratona de Nova Iorque, é a primeira vez que correrá a prova?
Sim, será a primeira vez. Após quatro antos de tentativas, finalmente fui sorteado.

O que espera da prova? Porque a Maratona de Nova Iorque?
Espero uma grande festa, pois a NYC Marathon é considerada a “Rainha das Maratonas”, com um público fantástico ao longo de todo o percurso. Apesar de ser uma das Majors mais difíceis e desafiadoras, é uma prova desejada por qualquer maratonista, o sonho de consumo de todo o maratonista. Todo o evento que envolve a prova é grandioso.

 

 

Qual o tempo que espera alcançar?
É uma prova para a qual não vou preocupado com o resultado. Quero acima de tudo aproveitar cada quilómetro, cada metro e não sofrer em nenhum momento. Mas admito que espero alcançar um resultado abaixo das 4 horas.

Quantas Maratonas concretizou até hoje? E o seu melhor tempo?
Fiz as Maratonas de Chicago, Berlim, Paris, Amesterdão, Santiago do Chile, Lisboa e Rio de Janeiro. O meu melhor tempo foi em Berlin, há três anos, concretamente 3h48, curiosamente na mesma prova onde foi alcançado o recorde mundial da distância, que continua até hoje (Dennis Kimetto, 2h02m57).

 

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Qual a prova que mais recorda das que realizou?
Toda a Maratona é única e tem algo de especial, mas destaco Chicago, não só por ter sido a minha primeira, como por todo o ambiente que envolve a corrida. O público americano se destaca pela vida e participação que dá ao longo de todo o percurso, fazendo com que os corredores se sintam parte de uma grande festa. A energia que é transmitida para quem corre é fantástica.

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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