Mãe Dulce Félix regressa aos treinos

Nome do atletismo nacional, Dulce Félix foi recentemente mãe da Matilde. Agora, a atleta do Benfica está de regresso aos treinos, em busca da sua melhor forma. Entre a maternidade e a corrida, encontramos uma mulher feliz com a vida.

 

Desde que foi mãe, a sua vida mudou por completo?
Deu três voltas completas, nas rotinas, nos hábitos, etc. Tudo se alterou, mas por um excelente motivo, o que faz de mim uma mulher, neste momento, muito feliz e realizada.

Mas ser mãe e atleta é mais complicado do que imaginava?
Tenho a consciência de que existem profissões profissionais muito mais difíceis de conciliar as duas vertentes. No meu caso é uma questão de saber gerir muito bem o meu tempo, sendo que, nesta fase, os treinos ainda estão a 15%.

E qual o papel mais difícil de assumir?
Nesta fase não consigo dizer que haja papéis difíceis de assumir. Estou super-feliz por ser mãe e super-motivada por novamente voltar aos treinos.

Há alguma semelhança entre esses dois papéis, de mãe e atleta?
Sim! A nível de dedicação e responsabilidade têm que ser idênticos.

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O que a corrida trouxe de positivo para a maternidade?
A corrida torna-nos mais fortes, ficamos mais maduras. O que por vezes são problemas difíceis, conseguimos resolvê-los com mais facilidade.

E como tem ocorrido este regresso aos treinos?
Têm sido muito calmos, mais numa perspetiva de reforço muscular. Aos poucos vamos englobar a corrida.

E como tem gerido o seu tempo de atleta com o de mãe? É muito complicado?
Não tem sido complicado. Quando temos um suporte familiar do nosso lado, é tudo mais fácil. E como o Ribas também é um atleta, também ajuda imenso. Felizmente conseguimos conciliar tudo muito bem.

Costuma levar a Matilde aos treinos?
Às vezes, tem ido até ao ginásio…

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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