Luís Semedo: «Preferia que o Mundial fosse mais cedo e não em 2019»

Com a presença garantida no Mundial 2019 após o triunfo da Taça de Portugal de Ultra Trail, em Proença-a-Nova, Luís Semedo garante que 2018 não servirá apenas e só como preparação para o Campeonato do Mundo. Há outros objetivos a alcançar este ano…

 

Com a vitória, alcançou um lugar para o Mundial de 2019. Como será a sua preparação?
Ainda é muito cedo para falar em preparação para o Mundial! Eu não gosto de preparar provas a longo prazo porque não sabemos o dia de amanhã.

Mas 2018 servirá apenas e só de preparação para o Mundial?
Não, também quero tentar um bom resultado no OCC, no Mont Blanc, e tentar fazer bons resultados no campeonato de Trail e Ultra Trail, embora tudo isso me vá ajudar na preparação.

A emoção da vitória de Luís Semedo com os seus
A emoção da vitória de Luís Semedo com os seus

Esta distância temporal é benéfica ou preferia que a prova fosse mais cedo?
Preferia que a prova fosse mais cedo porque, no espaço de um ano ou mais, muita coisa pode acontecer.

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Tem cimentado uma carreira, acima de tudo, regular. Imaginou, quando tudo começou, que alcançaria os resultados que tem obtido até hoje?
Sinceramente, não! Tenho-me surpreendido a mim mesmo, mas, por outro lado, já tinha alcançado grandes resultados em júnior em Montanha, que é onde me sinto melhor. Nas provas de Trail ainda me sinto mais livre e apaixonado pelos trilhos e pela serra!

A quem tem de agradecer este título?
A todos os que me têm apoiado, família, amigos, companheiros de equipa, ao João Carlos Correia e aos meus patrocinadores, concretamente a Clínica Santa Beatriz, Bancaleiro Trails/Bikes, Gémeos Bar, Nuno’s, A2EL, Francisco Gil, Glassdrive e Atletismo Clube de Portalegre.

Créditos das fotos:
– Fotos do Zé
– Luís Duarte
– Sports by Paulo Nunes Photography

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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