Os 10 conselhos do IronFarmer para o Triatlo

Ricardo Cabral, conhecido por todos como IronFarmer, acredita que o Triatlo é uma modalidade que não cansa devido a sua diversidade. O atleta português revela aqui 10 conselhos a ter em conta.

 

O seu objetivo é participar no Ironman Hawaii 2019, a meca da modalidade. O que é preciso para estar lá? Quais são os critérios?
É mesmo preciso muita coisa. Mas, basicamente, os critérios de prova para estar junto dos melhores do mundo no meu escalão é terminar um Ironman dentro de 9 horas.

Costuma estar associado a causas solidárias. Quais os projetos para este ano?
Sim, todos os anos escolhemos uma associação para ajudar . Quero sempre ter uma parte de responsabilidade social associada a minha caminhada. Este ano escolhemos a Chão de Meninos, onde iremos ajudar em várias vertentes .

IronFarmer à saída do segmento da natação
IronFarmer à saída do segmento da natação

Apesar de ser um desporto duro, o triatlo ganha cada vez mais adeptos? Qual a sua justificativa para isso?
O desporto está cada vez mais na moda no nosso país. Depois, o triatlo é uma modalidade que não enjoamos com tanta facilidade, pois temos três desportos para praticar. E também acho que as pessoas querem cada vez mais desafios maiores e se desafiarem a si próprias, estão fartas do mesmo de sempre, querem algo novo, fora do normal. Porque, se analisarmos o pelotão, a maioria das pessoas nem pretende fazer bons resultados, quer, em primeiro lugar, acabar a prova e divertir-se.

Poderia dar 10 conselhos para os praticantes de Triatlo?
Que sejam persistentes.
Que procurem ajuda com um treinador.
Que façam o caminho passo a passo.
Alimentem-se bem.
Hidratem-se bem.

Durmam bem.
Divirtam-se muito.
Usem bom material.
Sejam dedicados.
Oiçam as reações do corpo e sempre o respeitem.
Tenham espírito de sacrifício, os resultados vão aparecer.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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