Ercília Machado: «A Corrida do Pulmão terá uma vertente de responsabilidade social»

Ercília Machado é o rosto de uma nova prova, a Corrida do Pulmão, organizada pela Sociedade Portuguesa de Pneumologia e com data de estreia no dia 27 de maio, no Estádio do Jamor. Convidada para ser a madrinha destes novos 5 km, Ercília Machado confessa ainda hoje a sua surpresa quando recebe este tipo de convites.

 

Não é a primeira vez que é madrinha de uma prova. Ainda fica satisfeita com os convites?
Sim, é verdade, não é a primeira vez que sou madrinha de uma prova. Sempre que recebo um convite para ser madrinha ou embaixadora de uma prova fico extremamente feliz, pois mostra o reconhecimento que as pessoas têm perante o trabalho que temos desenvolvido ao longo destes anos todos.

Em concreto, qual o papel de uma embaixadora numa prova?
Não existe um papel específico a atribuir a uma embaixadora, simplesmente eu, como embaixadora, tento divulgar a prova. Mas, acima de tudo, procuro apelar à presença de todas as pessoas que queiram participar nestas iniciativas, com o intuito de sensibilizar à prática de exercício físico.

Tem alguma prova que foi embaixadora e guarda com algum carinho?
Não, não tenho nenhuma prova como embaixadora que guarde com mais carinho porque, para mim, são todas importantes, cada uma com o seu devido valor.

O percurso da Corrida do Pulmão é conhecido de muitos corredores

Ficou surpresa com o convite para a primeira edição da Corrida do Pulmão?
Sempre que sou convidada para ser madrinha ou embaixadora de uma corrida é sempre uma excelente surpresa para mim. Como referi anteriormente, é o reconhecimento do nosso trabalho e carreira desportiva ao longo dos anos.

O que poderia falar sobre a prova em si?
Para além da corrida, a iniciativa integrará também outras atividades físicas, como uma caminhada, uma aula de Zumba, entre outras modalidades. A Corrida do Pulmão terá uma vertente de responsabilidade social, com o fim de contribuir para uma causa com valor, motivando também os participantes a unirem esforços para que o impacto social seja elevado. Por cada participante inscrito na Corrida do Pulmão, a Sociedade Portuguesa de Pneumologia vai doar à Quercus o valor de uma árvore para reflorestar uma das principais zonas ardidas nos incêndios de 2017.

E sobre o percurso, o que destacaria?
A Corrida do Pulmão será num local já conhecido por muita gente, no Jamor. O percurso começará ao pé dos campos de futebol sintéticos e passará no parque da canoagem, campos de ténis, pista de corta-mato até fazer o percurso inverso e terminar novamente ao pé dos campos de futebol sintéticos.

NÃO PERCA NA TERÇA-FEIRA A SEGUNDA PARTE DA ENTREVISTA

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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