Paulo Paula faz caminhada e alongamentos no corredor do avião

Após 11h30 de viagem, Paulo Paula, que vai disputar a 3 de dezembro a Maratona de Fukouka, uma das provas mais emblemáticas da distância, já que é realizada desde 1947, chega a Frankfurt, escala para Tóquio, onde chega na terça-feira. Este é o seu segundo dia do seu diário.

 

A primeira parte da viagem, bem cansativa, durou 11h30, de São Paulo a Frankfurt. Quando cheguei em solo alemão, aproveitei o tempo de escala para descansar.

Paulo Paula aproveita todo o momento disponível para descansar
Paulo Paula aproveita todo o momento disponível para descansar

Apesar de estar em viagem, não descurei a preparação para a Maratona de Fukoka, já que, apesar de faltar menos de uma semana, nada pode falhar. Durante o voo, tendo em vista a hidratação, bebi muita água e suco. Fiz ainda uma pequena caminhada no corredor do avião, além de algum alongamento. O objetivo era evitar qualquer tipo de problema por de estar muito tempo sentado. Evidentemente que, durante os exercícios e a caminhada, muitos dos passageiros olharam com curiosidade. Um deles chegou mesmo a perguntar o motivo daquilo. Expliquei que era um maratonista e estava a viajar para o Japão, ondei iria correr a Maratona de Fukuoka. Ele agradeceu o esclarecimento e desejou felicidades para a minha prova.

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Na preparação para uma Maratona, cada minuto de espera é tempo de descanso, exercícios e concentração. Tudo faz parte para a prova do próximo domingo. Por isso, antes de apanhar o voo para Tóquio, voltei a fazer mais caminhadas e exercícios no aeroporto de Frankfurt, onde a escolha em termos de alimentação não era a ideal, já que aqui eles comem muita salsicha. Optei então por comer pizza, não sendo a alimentação ideal para um maratonista. Mas, como diz o ditado, “uma andorinha não faz a Primavera”.

Paulo Paula come pizza em vez de salsicha na Alemanha
Paulo Paula come pizza em vez de salsicha na Alemanha

Após a “refeição” consegui dormir cerca de 2 horas nos bancos do aeroporto. Agora é hora do embarque para Tóquio. Espero que a viagem seja tranquila, como foi a de São Paulo até Frankfurt, apesar do cansaço.

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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