Meia-maratona de Évora antes e depois de ser pai

Em 2015, solteiro, Ruben Costa correu a Meia-maratona de Évora. No passado domingo, quase três meses depois de ser pai, regressou ao Alentejo. Se na primeira participação houve a preocupação pelo melhor tempo, agora foi a vez de desfrutar, já que os treinos foram menos do que os habituais devido ao novo membro da família.

 

Depois de ter participado na edição 2015 da etapa do circuito Running Wonders em Évora, ganhei um passatempo que me deu a oportunidade de participar novamente nesta Meia-maratona este ano. Tendo sido pai há quase 3 meses, o número de treinos efetuados durante este período baixou significativamente, mas não pararam totalmente, nem mesmo a participação em provas. Assim, fui sábado para Évora (onde iria dormir uma noite) com o pensamento de participar na Meia-maratona sem qualquer objetivo de tempo final. O objetivo era apenas desfrutar de um fim-de-semana com a família, agora de três elementos.

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Após chegar ao hotel, localizado a 2 minutos da Praça do Giraldo, local da partida e chegada da prova, dirigi-me para o levantamento do dorsal e kit do corredor. Este ano, o local de recolha do dorsal era no interior da Câmara Municipal de Évora, um edifício bastante bonito. A recolha foi extremamente rápida, sendo que a cada corredor era dado um papel com o número do dorsal para ser colocado numa tômbola, a fim de ser sorteado um fim-de-semana num hotel 5 estrelas da cidade.

Excelente organização da Running Wonders

A recolha do kit do corredor seria num edifício localizado na praça exterior à câmara, local onde era também a Feira do Corredor. O kit era composto pela T-shirt alusiva à prova, uma embalagem de cereais e o tradicional saco de alças. Sinceramente, achei, tanto o kit com a feira, muito fracos. Mais valia não haver a Feira do Corredor e entregarem apenas o dorsal com a T-shirt…

Na Praça do Giraldo, a organização já tinha o pórtico e as baias colocadas, tudo montado e preparado de véspera. Neste ponto, a organização das Running Wonders é excelente, ao contrário de outras, que quase a menos de 1h00 do início da prova ainda estão a encher com ar o pórtico de partida/chegada.

Leia no domingo a segunda parte da crónica

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Pedro Alves

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