Corrida da Liberdade: uma corrida, uma festa, uma celebração

geotunners1

Rui Pedro Julião, dos Georunners, foi um dos atletas que fez questão de participar na Corrida da Liberdade, uma prova onde o que menos importou foi o resultado.

 

Faça um LIKE na nossa página. Só assim poderemos continuar com o nosso trabalho. Obrigado! 

 

Porquê a Corrida da Liberdade? Não tem classificações, não tem escalões, não tem prémios, não tem brindes,…

Então porquê a Corrida da Liberdade?

Porque tem tudo o que interessa. Juntam-se os Georunners, está-se com os amigos e com os conhecidos, corre-se, convive-se e celebra-se. Enfim, é uma festa. Mas, mais do que tudo, é uma evocação, uma celebração de uma data da história recente de Portugal que não deve, nem pode ser esquecida.

geotunnersCada um dos seus participantes contribui assim para celebrar a grande conquista de Abril: a liberdade. Quem participa contribui para isso anonimamente no meio da massa humana e ao longo do seu passeio até aos Restauradores.

Mal se chega ao local de partida percebe-se que o ambiente geral é o de festejar o 25 de Abril, vêem-se os cravos vermelhos que são simpaticamente distribuídos junto da partida, e alguns participantes vão aos baús buscar adereços militares, com particular destaque para as boinas e quicos que ostentam orgulhosamente.

É um verdadeiro cortejo que se concentra na parada do Quartel da Pontinha (local emblemático da revolução de 1974) para a partida e que depois desfila por um percurso ondulado de 10,5km que passa por vários locais interessantes da cidade de Lisboa e com bastante apoio popular. À partida, a população da Pontinha sai à rua em peso para saudar os participantes e depois as passagens por Telheiras, Campo Grande, Campo Pequeno, Saldanha, Marquês de Pombal e Av. da Liberdade vão tendo sempre palavras de apoio e incentivo.

Quando se chega aos Restauradores percebe-se que a corrida termina, mas a festa continua!

A minha corrida não tem nenhuma história em particular. Sou um dos milhares de corredores anónimos que nesta prova juntam o útil (diria mesmo dever cívico de evocação do 25 de Abril) ao agradável (prazer de correr). Sempre que posso, participo nesta corrida e faço-o com a vontade de contribuir para a celebração do 25 de Abril e de desfrutar do ambiente geral, do seu trajecto e da companhia dos restantes participantes.

Não posso terminar sem recordar uma importante e emblemática frase: 25 de Abril sempre! a que acrescento: e a Corrida da

Liberdade também!

Para o ano lá estarei.

Gostaste do artigo? Faz Gosto ou Partilha com os teus amigos!
Pedro Alves

Pedro Alves

Gostou? Partilhe pelos amigos