Adeus ano velho, bem-vindo ano novo…

2016

O ano de 2015 está ao chegar ao fim e Luís Sommer Ribeiro já olha para o calendário do próximo ano, repleto de provas que gostaria de estar presente. Uma das provas que contará com a sua presença será a Corrida do Sporting, no dia 09 de outubro: «Sou totalista. Espero continuar a sê-lo. Para mim, é cumprir um dever de cidadania.»

 

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Quase a acabar 2015, é tempo de começar a olhar para 2016.

Se eu pudesse fazer todas as provas que quero, em Portugal, estas eram as que fazia.

Por favor, notem que este calendário é altamente subjectivo. Não se baseia em qualquer critério que não seja a minha opinião. Destas todas que elenquei, infelizmente, por imposições de calendário, não farei nem metade no próximo ano.

Por certo deixei de fora provas com enorme valor, mas, como o objectivo era apenas indicar as provas que eu gostava de ir ou repetir, assim fiz. Rogo que não confiem em mim e vão ver se tenho razão.

10 de janeiro: Vicentino – 37 km
Nunca fiz e tem fama de ser das provas melhor organizadas do país. A simpatia da organização é fantástica, pelo menos nisso já ganham.

16 de janeiro: Território Circuito Centro I/ Proença a Nova – 40/20 km
A versão curta foi a minha primeira prova numa montanha a sério. É muito bem organizada, muito catita, toda a viagem, o cenário da prova, as cores de Inverno, a sopa, as aldeias remotas por onde se passa… Gosto muito desta prova!

30 de janeiro: Trilhos dos Abutres – 50 km
Dispensa apresentações. Quero ir aos abutres porque são os abutres (ponto final).

06 de fevereiro: Território Circuito Centro II/ Vila Velha de Rodão – 40 km
Mais uma prova do Circuito. Esta nunca fiz, mas passar as portas de Rodão é um dos espetáculos imperdíveis no trail nacional.

07 de fevereiro: Grande Prémio de Mem Martins – 10 km
A verdadeira corrida popular de estrada. Muito simpática e dura. Já fiz duas vezes e em ambas achei muito boa.

12 de março: Território Circuito Centro III/ Vila de Rei – 60 km
Ombreia com qualquer prova para o título de melhor prova nacional. Tem tudo: estradões para correr, trilhos técnicos para desesperar, dureza q.b., distância considerável e algumas das melhores paisagens nacionais.

20 de março: Trail de Almeirim – 30 km
Nunca fiz, mas a simpatia dos organizadores merece, com certeza, uma visita.

09 de abril: Território Circuito Centro IV/ Castelo Branco – 40 km
Tenho muita curiosidade por saber o que foi preparado para a nova etapa do Circuito que me deu a conhecer o centro do país.

23 de abril: MIUT – 115 km
A prova rainha/rei/madrasta/mãe/amante e mulher da corrida de montanha nacional. A nossa “pequena” Meca. Quem anda nesta vida tem de ir lá, pelo menos uma vez. E depois repetir várias vezes…

14 de maiio: Trilhos Lampas – 20 km
É curioso que já fiz duas vezes treino de marcação, mas nunca fui à prova. Dizem, e eu acredito, que é a melhor prova da região de Lisboa. Tem tudo para ser o melhor pôr-do-sol do ano.

21 de maio: Estrela Grande Trail – 90 km
Para mim, ganha vantagem ao “Oh Meu Deus” pela altura do ano, já que pode fazer a diferença no calor (espero que sim). É o meu grande objectivo para 2016. Uma prova na nossa maior montanha faz sentido. Falaram-me na excelência da organização e no percurso espetacular. Vou confirmar.

11 de junho: Hard Trail Padela – 66 km
Este ano fiz uma parte da prova, fiquei apaixonado. Tudo está certo nesta prova. Tudo! Não percam este tesouro do Norte do país. Quem vem de Lisboa, logo que sair do carro e começar à conversa com as pessoas, vai ver que entrou numa região diferente, para melhor. Nunca me esquecerei, já falei sobre isso, da Senhora das Medalhas desta prova. Foi, e nem sequer acabei, dos grandes momentos da minha curta carreira de corrida de montanha.

25 de junho: Ultra Trail Serra da Freita – 100 km
A Freita não é uma prova, é uma Aventura! Ou se gosta ou não. Não é comparável com outra prova, a Freita é a Freita!

17 de julho: Ultra Maratona Melides Tróia – 43 km
A maior parvoíce da corrida em Portugal, já lá fui 2 ou 3 vezes, espero ir mais, muitas mais.

10 de setembro: Meia-Maratona São João das Lampas – 21 km
A única Meia-maratona de estrada que merece a minha atenção.

09 de outubro: Corrida do Sporting – 10 km
Sou totalista na prova. Espero continuar a sê-lo. Para mim, é cumprir um dever de cidadania.

13 de novembro: Trilhos de Casainhos – 15 km
A minha primeira prova de trilhos, desde 2012 que não falho. É a prova ideal para estreantes na modalidade. Mas também para o fim de época e para quem quer um treino engraçado com amigos perto de Lisboa. Sempre excelente! Se tudo fosse mau, ainda assim, a feijoada é sempre boa!

Ficou a faltar a prova de 3 dias nos Açores, a qual apenas não incluí por não saber a data, mas que tenho a certeza que é fantástica.

Também gramava fazer a prova, por etapas, do Gerês, mas acho estupidamente cara para o panorama nacional. Sendo assim, deixo os bifes ficarem com ela. Boa sorte!

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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