A “nova” Meia-maratona de Lisboa

Devido às péssimas previsões meteorológicas, Ruben Costa ponderou não participar este ano de mais uma Meia-maratona de Lisboa. No entanto, lá foi, contra a chuva e o vento. No final, acabou por alcançar o seu melhor tempo de sempre na distância…

 

Os dias antes da prova foram marcados por muito vento e chuva forte, o que me levou a pensar várias vezes se faria sentido voltar a fazer esta Meia-maratona de Lisboa por causa das previsões e pela difícil logística face à partida e chegada serem em locais distintos. Mas, na manhã de domingo, lá me decidi ir…

Na véspera, a organização tinha decidido mudar o local da partida. Em vez de sair do Pragal e passar a ponte 25 de Abril, imagem de marca da corrida, a partida seria dada no viaduto Eixo Norte-Sul. Estava curioso para ver como seria! A ideia era ir deixar o carro à meta para, na eventualidade de chegar molhado, ter logo roupa seca para vestir. Foi o que fiz! Facilmente apanhei um autocarro da Carris para a partida, em Sete Rios, e assim cheguei lá com tempo suficiente. Felizmente, enquanto esperava pela partida, não choveu.

Onde começa a Meia-maratona de Lisboa? 

A prova iniciou mesmo às 10h30, mas mal deu para perceber que tinha sido dado o tiro de partida. Não havia pórtico, só mesmo o sensor de chip a identificar que ali se iniciava a Meia-maratona. O início foi rápido, sempre em descida e em plano, e deu para manter um ritmo bastante bom. O piso estava molhado e nesse momento comprovei que os Liberty Iso perdiam um pouco de aderência neste tipo de piso. No entanto, o Everun, que preenche a totalidade da sola destes Saucony, proporcionava um excelente retorno de energia a cada passada.

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Os primeiros 5km passaram rapidamente, com os corredores espaçados, sem atropelos. Num instante estávamos na descida para Alcântara e na separação Meia/mini. Ao virar para a Meia-maratona, sabia que o retorno era logo no Cais do Sodré. Nesse momento deu para perceber de imediato que o vento estava de costas mas, no retorno, a coisa seria bem diferente. O vento iria ser amigo e inimigo. E assim foi!

LEIA NA QUARTA-FEIRA A SEGUNDA PARTE DA CRÓNICA

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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