Sonha em correr a EDP Meia Maratona de Lisboa ou a Mini Maratona Vodafone? Participa do passatempo

Provavelmente a prova mais popular do país, a EDP Meia-maratona de Lisboa está cada vez mais próxima. É já no dia 19 de março que milhares de pessoas atravessarão a Ponte 25 de Abril a correr. O Corredores Anónimos tem dois dorsais para a prova principal, mas também dois dorsais para a Mini-maratona Vodafone. Participe no passatempo, que termina a 1 de Março.

A contagem regressiva começou para a EDP Meia-maratona de Lisboa. Como já é tradição, a prova organizada pelo Maratona Clube de Portugal reúne um leque de atletas de renome, este ano principalmente no setor feminino, como revelou recentemente Carlos Móia, responsável pela corrida, na conferência de imprensa:

«Vamos ter a melhor elite de sempre na vertente feminina. Nunca tivemos uma elite como a que vamos ter este ano.»

O principal nome é a queniana Jemina Jelagat Sumgong, campeã olímpica da Maratona nos Jogos Olímpicos Rio2016, mas também merece destaque a compatriota Vivian Cheruyot, atual campeã olímpica dos 5.000 e 10.000 metros, além da etíope Mare Dibaba. Jéssica Augusto, devido a lesão de Dulce Félix, é o principal nome nacional.

No masculino, teremos três atletas com marcas inferiores a uma hora, o que faz prever uma prova bastante competitiva. Os principais nomes são o eritreu Nguse Amloson (59m39), vencedor da Meia-maratona de Portugal em 2016, e os quenianos James Wangari Mwangi (59m07) e Simon Cheprot (59m20). As cores nacionais serão defendidas por Hermano Ferreira, Rui Pedro Silva e Ricardo Ribas, por exemplo.

Se deseja fazer parte desta festa do Atletismo, corra com os dedos e participa do nosso passatempo através do Facebook.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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