As sapatilhas vencedoras das Majors e do Mundial

Terminada a época das Majors, competição que engloba as seis principais maratonas do Mundo (Nova Iorque, Boston, Chicago, Tóquio, Londres e Berlim), é hora de olharmos para os pés dos atletas para vermos os modelos das sapatilhas utilizados pelos vencedores das provas.

 

No “jogo” das marcas, a Nike foi a grande vencedora do ano, conquistando quatro triunfos nas Majors, enquanto a Adidas somou duas vitórias, concretamente em Tóquio, com o modelo Adizero Sub2, e em Londres, com o Adizero Adios. Já a empresa norte-americana conquistou os triunfos com as sapatilhas Vaporfly 4% (Boston e Chicago), Vaporfly Elite (Berlim) e zoomX Mayfly (Nova Iorque).

A Nike levou ainda para casa o “título” do Mundial, com o modelo Vaporfly 4%. 

 

Ou seja, o ano foi mais do que positivo para o símbolo da Deusa grega da vitória militar. Como podemos ver no levantamento do Rolows_13, se somarmos os três primeiros colocados das sete competições (Majors e o Campeonato do Mundo de Atletismo), a Nike esteve presente em 14 dos 21 degraus do pódio, 2/3 dos lugares das medalhas.

As sapatilhas dos não-africanos

Outro dado interessante recolhido é ver as sapatilhas utilizadas pelos atletas não-africanos. Neste dado em particular há um maior equilíbrio. A Nike apresenta três modelos (zoomX Mayfly, em Boston;  Vaporfly 4%, em Berlim e Chicago), a New Balance ocupa o segundo lugar (1400 V5, no Mundial de Londres e Nova Iorque) e, na terceira posição, temos Asics (Sortie RP3-custom) e Adidas (Adios Boost 2).

Gostaste do artigo? Faz Gosto ou Partilha com os teus amigos!
Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

Gostou? Partilhe pelos amigos