RTP 2 transmite documentário «Carlos Lopes – O Homem da Maratona»

carloslopes

Realizado por Ivan Dias, a RTP2 vai exibir na quinta-feira, às 0h16, o documentário «Carlos Lopes – O Homem da Maratona», uma oportunidade para conhecer o homem que conquistou a primeira medalha olímpica de ouro para Portugal.

 

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Os 30 anos da façanha de Carlos Lopes foram comemorados no ano passado. Foi a 12 de Agosto de 1984 que o corredor nacional estabeleceu na altura um novo recorde olímpico, 2h09m21, que acabou por durar 24 anos, sendo superado apenas em Pequim 2008 (2h06m32, atual recorde dos Jogos) pelo queniano Samuel Wanjiru.

De referir que, após Carlos Lopes, em sete edições, apenas dois europeus venceram a Maratona nos Jogos Olímpicos, os italianos Gelindo Bordin (2h10m32 em 1988) e Stefano Baldini (2h10m55 em 2004).

Desconhecido por muitos, este documentário desvenda muito do que foi a corrida, mas também do homem que a correu. A sinopse é a seguinte:

Em 2014, cumpriram-se 30 anos em que Portugal forjou mais um herói: a primeira medalha de ouro olímpica veio de Los Angeles ao pescoço de Carlos Lopes. Estávamos em 12 de Agosto de 1984 e este português excepcional tornou-se o primeiro português a ser medalhado com ouro nos Jogos Olímpicos. A prova foi rápida e a marca atingida – 2h 9m 21s – foi recorde olímpico por mais de 20 anos – até aos Jogos Olímpicos de Pequim em 2008. Esta é a história do homem, mas sobretudo a história do momento.

Veja TODA a prova abaixo:

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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