Rosa Mota convida todas a correrem contra o cancro da mama

No próximo dia 21 de maio realiza-se a «Correr, Marchar ou Caminhar por uma Causa». A eterna Rosa Mota é a madrinha da prova, que tem como intuito alertar para a importância do rastreio do cancro da mama.

 

Na apresentação do evento, o organizador da corrida, Carlos Móia, ressaltou que a prova já arrecadou, em 11 edições, cerca de 700 mil euros, entregues à Liga Portuguesa Contra o Cancro para a compra de aparelhos de rastreio do cancro da mama. No total, 180 mil mulheres já participaram desta competição, que vai muito além da corrida.

A “Rainha” Rosa Mota e as suas “súbditas”

«É importante dizer que é necessário fazer o rastreio, que não há motivos para ter medo da morte. As mulheres têm de aparecer nos rastreios. A importância desta prova é a vida», ressaltou.

Opinião partilhada pela Madrinha da corrida, Rosa Mota, que desde a primeira edição faz questão de participar do evento.

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«Esta corrida é por uma causa muito grande e nobre. Estou aqui com a mesma garra e paixão da primeira edição. O que posso apelar a todas as participantes e mulheres é que têm de fazer o rastreio, não devem ter medo do resultado

Como é habitual, a prova contará com uma festa antes do início da corrida, às 10h00, este ano sob a responsabilidade de Emanuel. Em termos competitivos, estão garantidas as presenças de Gladys Cherono (Quénia), campeã mundial de Meia-maratona de 2014, vice-campeã mundial de 10 mil metros em 2013 e vencedora da Meia-maratona de Roma deste ano, e Filomena Cheyech Daniel (Quénia), terceira colocada na recente Maratona de Paris, onde venceu em 2014, e segunda classificada na «Correr, Marchar ou Caminhar por uma Causa» em 2014 e 2015. Nota ainda para Doreen Chemutai (Uganda) e Fatna Maraoui (Itália) e as portuguesas Cláudia Pereira e Vanessa Fernandes.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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