Recorde da Meia-maratona da Escócia revogado após distância ser mais curta que a oficial

callum hawkins great scottish run 2016

O melhor registo da Meia-Maratona da Escócia, alcançado no ano passado, foi considerado inválido pela organização devido a um erro de cálculo. Concretamente, a prova foi mais curta em 150 metros. Azar de Callum Hawkins, primeiro escocês a vencer a prova desde 1983…

 

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Além de Callum Hawkins, a notícia também não é proveitosa para Betsy Saina, vencedora do ano passado (1h07m20), mas também para milhares de corredores que alcançaram os seus melhores tempos pessoais. Segundo as novas medições, o percurso tinha menos 149,7 metros dos oficiais 21 097,5 metros.

Na prova, Hawkins correu a distância em 1h00m22 e superou o campeão da altura, Moses Kipsiro, de Uganda. Os organizadores pediram desculpas aos corredores de elite, mas também a todos os participantes.

«Isto foi um acidente isolado e assumimos o nosso erro. Evidentemente que pedimos desculpas aos corredores e à cidade de Glasgow. Mais de quatro milhões de pessoas já participaram dos nossos eventos de corrida ao longo destes 30 anos e posso garantir que as medidas das provas organizadas por nós são efetuadas por empresas independentes qualificadas. E sempre estiveram corretas», afirmou à imprensa local o diretor da Great Scottish Run, Andy Mitchelmore. «O erro de cálculo foi humano e naturalmente estamos desapontados por este erro. Pedimos desculpas a todos mas especialmente a Hawkins, que merecia o seu lugar nos livros de registo depois da sua excelente corrida.»

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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