Quantos quilómetros posso correr por semana?

Uma das dúvidas frequentes dos corredores amadores é o quanto deve correr por semana. O nosso especialista Belino Coelho aborda o assunto no 12.º número da revista digital e gratuita 100% Corrida.

 

«À medida que o treino prossegue e a competição alvo se aproxima, obrigatoriamente o volume de treino deve diminuir, enquanto a intensidade deve aumentar para favorecer o acrescento da condição física. O objetivo é que o atleta atinja o ápice dentro do período esperado. No treino é a intensidade que conduz o atleta ao ápice da forma física e não o volume de treino», podemos ler no artigo escrito por Belino Coelho, que recorda ainda que o «volume de treino semanal sofre muitas variações, mesmo sendo planeado para um mesmo corredor».

Antes do corredor decidir o quanto deve correr durante a semana, defende Belino Coelho, o corredor deve acima de tudo olhar para o seu historial, há quanto tempo corre, o seu quadro de lesões, os objetivos que propõe para a temporada, etc. Só depois de analisados ao pormenor esses dados (e outros…) é que o atleta poderá delinear o volume do treino, «a principal variável que propiciará ao corredor a melhoria da resistência aeróbia e cardiovascular, melhoria da resistência muscular e fortalecimento das estruturas corporais, tais como ossos, tendões e ligamentos».

100% Corrida com outros artigos de interesse

«Muitos atletas acreditam que apenas a intensidade pode causar lesão. O erro mais grave e assumido pelo atleta, quando aumenta o volume de forma incorreta, é que o faz com intensidade bem leve. Não importa: dentro de um plano de treino, tanto o volume quanto a intensidade, se empregadas de forma incorreta, poderão levar o atleta a uma lesão», refere Belino Coelho no seu artigo na 100% Corrida.

Além deste artigo, a 100% Corrida apresenta outros artigos de interesse, como, por exemplo, uma aula de reforço muscular com o uso de elásticos e 5 conselhos para correr mais e melhor.

PARA LER O ARTIGO DE BELINO COELHO, CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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