Quando o companheirismo é mais importante do que o resultado

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Uma prova de cross country na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, concretamente a ACC Cross-Country Championships, ficou marcada pelo companheirismo de duas competidoras perante uma rival, que, nos metros finais, caiu no chão. A atleta da Boston College apenas terminou a competição devido ao auxílio inesperado das adversárias.

 

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«Estava a sentir-me ótima, estava pronta para fazer barulho. Sentia que era a minha vez de brilhar, estava a disputar a corrida da minha vida. No entanto, quando estava a subir a última coina, muito próxima da meta, comecei a sentir um cansaço invulgar. De repente, as minhas pernas “desabaram”, não tinha controlo sobre elas. Devo ter entrado em colapso por exaustão, a verdade é que não me lembro de cair, apenas de estar no chão e perguntar: “Como é que estou no chão?”», afirmou Madeline Adams, que, no chão, recebeu o auxílio de Evie Tate e Rachel Pease, que esqueceram as suas provas para ajudarem a rival.

Quando cruzaram a meta, com Adams segura pelo ombro (acabou por ser posteriormente desclassificada), Tate e Pease receberam de imediato felicitações do público, mas também dos atletas da Boston College, que reconheceram a atitude das suas rivais.

 

Segundo a NBC Sports, Tate e Pease terminaram a prova nas 127.ª e 128.ª posições, num total de 131 corredores.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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