Portugueses invadem novamente a Maratona de Sevilha

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Uma das mais rápidas da Europa, a Maratona de Sevilha contará mais uma vez com centenas de corredores oriundos de Portugal, com o português a ser a segunda língua mais falada da prova, agendada para o dia 21 de fevereiro.

 

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Segundo os mais recentes dados de inscrições da Maratona de Sevilha, muito próxima de esgotar, a prova terá a participação de 18% de estrangeiros (ultrapassará os dois mil inscritos), oriundos de 60 nacionalidades.

Portugal encabeça esta lista, com mais de 600 participantes até ao momento. Atrás surgem atletas da Grã-Bretanha (400), França (200) e Itália (160).

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Os organizadores esperam contar com 13 mil corredores no dia 21 de fevereiro, um número que demonstra o crescimento sustentável da prova. Na segunda quinzena de dezembro, já estavam inscritos mais de 11500 atletas, um recorde para a competição, já que jamais contou com esse número de inscrições a dois meses do tiro de partida.

Recorde-se que, em 2011, participaram cinco mil corredores na Maratona de Sevilha. Em 2014 tivemos nove mil e, no ano passado, 11500 na linha de partida.

De referir que, dos já 11500 inscritos, cerca de 1200 são mulheres, algo inédito na prova, assim como o número de locais, cerca de 3000 corredores (1800 residentes na cidade).

Como curiosidade, de salientar que a edição deste ano terá um elemento extra de interesse: o Campeonato de Espanha de Maratona. Ou seja, muito provavelmente teremos os melhores atletas do país vizinho, que tentarão alcançar na Andaluzia os tempos para os Jogos Olímpicos do Rio.

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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