Peruano e argentina vencem prova emblemática do Trail Running da América do Sul

El Cruce 2017

Considerada uma das provas mais duras do Trail Running no Mundo, o peruano Remigio Huamán, sexto classificado do Circuito Mundial de 2016, e a argentina Carolina Estevez (12.ª da classificação geral…) foram os grandes vencedores da El Cruce, corrida que começa na Argentina e termina no Chile, atravessando a Cordilheira dos Andes em três dias (cerca de 100 km).

 

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Com 14 edições no curriculum, El Cruce é uma das provas mais significativas da América do Sul, muito devido a sua dureza, mas principalmente devido ao seu percurso, de uma beleza inigualável (montanhas, vulcões, bosques, lagos, zonas rochosas…), ainda mais quando o mesmo é diferente todos os anos, o que faz com que nenhuma prova seja igual às suas anteriores.

Apesar de ser realizado no Verão, a verdade é que as condições climáticas são muitas vezes imprevisíveis, o que acarreta mais um elemento de dificuldade para os corredores, este ano oriundos de 25 nacionalidades, uma prova do interesse na corrida. De referir que apenas na 12.ª edição foi incluída a corrida individual, já que nas anteriores edições a prova era realizada por equipas (masculina, feminina ou mista. Ambos os atletas tinham de terminar a corrida).

 Remigio Huamán

Este ano, a glória do triunfo ano coube ao peruano Remigio Huamán, que registou o tempo final de 9h03m12 (02h52m02 na primeira etapa / 03h45m23 na segunda etapa / 02h25m47na terceira etapa). Atrás ficaram os argentinos Sergio Pereyra (09h05m39 – 02h51m49 / 03h46m14 / 02h27m36) e Nelson Ortega (09h11m49 – 02h54m23 / 03h46m59 / 02h30m27).

Carolina Estevez

No feminino, o trinfo foi para a argentina Carolina Estevez, 12.ª da classificação geral (11h01m37 – 03h33m39 / 04h25m30 / 03h02m28), perseguida de perto pela compatriota Luciana Urioste (11h13m04 – 03h31m14 / 04h36m02 / 03h05m48).

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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