Rodrigo Machado vai pedalar 1000 km na Islândia

O que faz um homem pedalar 1000 km pela Islândia? E sozinho? A resposta é simples: a concretização de um sonho. É o que vai acontecer com Rodrigo Machado, a partir do próximo dia 14 de julho.

 

A ideia de Rodrigo Machado de pedalar pela Islândia não é nova, surgiu quando o Governo chinês impôs um acompanhante para a travessia, também de bicicleta, entre Lassa, capital do Tibete, e Kathmandu, capital do Nepal, travessia que acabou por não se realizar precisamente devido a essa imposição. Desde então, e corria o ano de 2010, o seu foco foi “deslocado” para as terras nórdicas, embora sempre tendo em mente fazer a viagem sozinho.

«Se viajares sozinho vais conhecer muitas pessoas; se viajares com alguém vais conhecer algumas pessoas; se viajares com vários vão se conhecer bem uns aos outros», recorda Rodrigo Machado na sua crónica para a revista 100% Corrida.

Rodrigo Machado prepara a bicicleta para pedalar 1000 km na Islândia
Para pedalar 1000 km na Islândia, Rodrigo Machado fez algumas adaptações ao seu meio de transporte

Ao longo do mês de julho (e talvez agosto…), o site corredoresanonimos.pt irá acompanhar esta aventura, com Rodrigo Machado a escrever, quando tiver rede, os momentos mais marcantes da sua travessia, no qual percorrerá zonas remotas e desérticas.

Islândia, um dos países mais bonitos do mundo

«As paisagens vulcânicas e glaciares, os cursos de águas e suas cascatas, a fauna, a flora e a baixa densidade populacional, com o mar sempre ali, faz com que a Islândia seja considerada por muitos viajantes como um dos países mais bonitos do mundo», salienta Rodrigo Machado, que admite que já está a sentir o nervosismo próprio destas aventuras, onde o desconhecido é a palavra reinante.

De salientar que o nosso protagonista é um frequente corredor de Trail, com participação regular em algumas das provas mais emblemáticas do país. E é precisamente com a condição física oriunda da Corrida que Rodrigo Machado conta para ultrapassar este repto.

«A  vida é uma intensa busca e muitas vezes nós não sabemos bem aquilo que buscamos. Porém, nunca deixamos de acreditar. E, acreditando, tudo nos é e sempre será possível», escreve Rodrigo Machado na sua crónica.

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Pedro Alves

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