Paraplégica grávida corre 21 km em cinco dias

claire

Após o incrível feito de Wally Hesseltine (leia aqui), eis que surge uma nova história que está a “mexer” com as redes sociais. Desta vez, o exemplo é Claire Lomas, 36 anos, paraplégica e grávida de 16 semanas, que correu recentemente os 21 km da Great North Run, em Newcastle, Inglaterra, em cinco dias.

 

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Para ser finalista da Great North Run, Lomas correu cerca de cinco quilómetros por dia, sempre acompanhada do marido. O seu périplo começou numa quarta-feira e terminou num domingo.

Durante os cinco dias, além de correr os 5 km, Lomas fez algumas palestras, principalmente em escolas. O objetivo era mostrar aos mais novos a sua incrível vida de superação, que iniciou em 2007, após uma queda de um cavalo.

Para participar na Great North Run, Lomas correu com um exosqueleto, denominado ReWalk.

Ao jornal The Guardian, a finalista da prova confessou que os treinos foram bastante duros e que por diversas vezes pensou que não conseguiria cumprir com o seu intuito, o que acabou por não acontecer.

De referir que o vencedor da Great North Run, uma das provas mais tradicionais de Inglaterra, foi Mo Farah, pela terceira vez consecutiva. O britânico registou o tempo de 1h00m04.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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