«Onde está Scott?»

jurek

Desde o dia 27 de maio uma pergunta assola a comunidade running nos Estados Unidos: «Onde está Scott?» Foi nesse dia que Scott Jurek, de 41 anos, começou a sua maior façanha: tentar superar o melhor registo do Appalachian Trail, com largada em Springer Mountain (Geórgia), um registo que está na posse de uma mulher desde 2011, Jennifer Pharr-Davis. O norte-americano é esperado esta terça-feira na Mount Katahdin (Maine), 2,160 milhas depois (cerca de 3480 km)…

 

Se gostou deste artigo, seja nosso amigo e partilhe pelos seus amigos no Facebook

 

Em 2011, Pharr-Davis precisou de 46 dias, 11 horas e 20 minutos para terminar a AT, como é conhecida o Appalachian Trail nos Estados Unidos, uma distância que muitos ambicionam percorrer (mas não em tão pouco tempo…).

Ao que tudo indica, Scott Jurek terminará esta terça-feira o percurso, com um novo recorde: 42 dias. Um dos nomes sonantes do Ultra Trail do país, com, por exemplo, sete triunfos na exigente Western States Endurance Run, o ultramaratonista acredita que este será o principal feito da sua carreira.

O corredor tem revelado a sua aventura desde o primeiro dia através do Facebook e Instagram, sendo possível ver que, em algumas etapas, teve a companhia de outros corredores, que fizeram questão de mostrar o seu apoio.

De referir que Pharr-Davis correu de Maine para Georgia, enquanto Jurek, que escolheu este desafio como uma espécie de despedida, pois já anunciou a sua reforma, faz o percurso contrário, o que dificulta a sua performance, pois o percurso é agora mais técnico e exigente.

Veja aqui onde está Scott

jurek1 jurek2 jurek3 jurek4 jurek5 jurek6 jurek7 jurek8

LEIA TAMBÉM:
Argentino pretende correr 5.140 quilómetros seguidos

Gostaste do artigo? Faz Gosto ou Partilha com os teus amigos!
Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

Gostou? Partilhe pelos amigos