Novo recorde estabelecido no Caminho de Santiago

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O espanhol Óscar Pasarin superou um recorde que já tinha cerca de uma década (estava na posse de Alfredo Uría, na época com 68 anos…) e estabeleceu uma nova marca para o percurso mais tradicional do Caminho de Santiago.

 

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De Saint Jean Pied de Port, em França, a Santiago de Compostela. Entre os dois pontos, cerca de 800 km de retas infindáveis, paisagens marcantes, sobe e desce intermináveis, memórias que nunca serão esquecidas. Em 2007, Alfredo Uría, com 68 anos, percorreu a distância mais conhecida do Caminho de Santiago (há várias rotas disponíveis, inclusive uma que passa por Portugal) em 6 dias e 16 horas.

Foi preciso esperar cerca de 10 anos para o registo ser novamente superado, com Óscar Pasarin a correr a distância em 6 dias, 14 horas e 49 minutos. De referir que o corredor levou consigo um GPS para dar veracidade ao seu feito (em breve Pasarin colocará os tracks á disposição de todos), já que, no passado, alguns corredores garantiram ter superado o registo de Uría, mas jamais conseguiram provar o mesmo.

Este desafio de Óscar Pasarin teve como objetivo obter fundos para ajudar os refugiados. Por cada quilómetro percorrido, quatro euros. Ou seja, o intuito é alcançar a cifra de 3.200 euros. O dinheiro será entregue no Centro de Acolhimento da Comisión Española de Ayuda al Refugiado (CEAR), em Getafe (Madrid).

Se desejar ajudar nesta campanha, CLIQUE AQUI.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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