A medalha mais curiosa do Mundo da Corrida

Decorreu no fim-de-semana mais uma edição da Little Rock Marathon, uma prova onde a medalha dos finalistas é só por si um marco nas Maratonas mundiais. Este ano, por exemplo, o peso do artefacto alcançou um quilo.

 

Todos os anos é com alguma expetativa que o meio da corrida aguarda o design da medalha da Little Rock Marathon. Tudo devido ao seu peculiar desenho, autênticas obras de arte, totalmente diferente do que há nas mais diversas provas espalhadas pelo Mundo.

«As medalhas da Little Rock Marathon, durante muitos anos, estabeleceram um padrão na indústria da Maratona. As nossas medalhas são uma lembrança extraordinária, que faz questão de celebrar o final da corrida de cada participante», defendeu à imprensa norte-americana o diretor-adjunto da Little Rock Marathon, Geneva Lamm. O dirigente admite inclusive que a medalha é um fator significativo na crescente popularidade do evento, que este ano comemorou a sua 16.ª edição.

2018 Medal Unveiling

Are you questing for a look at the 2018 medal? So are the CIC's in this fun-filled video adventure! #LRMarathon #WhatsYourQuest Little Rock Parks & Recreation Arkansas Democrat-Gazette / ArkansasOnline.com Little Rock, Arkansas Little Rock Regional Chamber #ARNEWS Disclaimer(s):• no animals were harmed in the making of this video• the CICs are not trained actors (although it’s really hard to tell sometimes)• if you haven't guess what the theme is by now it is medieval

Publicado por Little Rock Marathon em Quinta-feira, 21 de Dezembro de 2017

 

Este ano, a medalha salientou o tema da Idade Média, numa peça com um peso de um quilo e 22 cm de altura. De referir que a medalha, além do desenho, não é apenas um artefacto, já que tem uma finalidade, concretamente um abre-garrafas embutido.

Os vencedores da prova foram Drew Mueller, com 2h32m35, e Tia Stone, com 2h59m13, que alcançou a sua terceira vitória consecutiva.

O brasileiro José Eduardo Motta Garcia, com o tempo de 2h57m04, não deixou de levar para casa uma das medalhas mais singulares do Mundo da Corrida, da Little Rock Marathon
O brasileiro José Eduardo Motta Garcia, com o tempo de 2h57m04, não deixou de levar para casa uma das medalhas mais singulares do Mundo da Corrida, da Little Rock Marathon
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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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