Kinvara comemora 10 anos com um modelo especial

As Kinvara (nome que vem do irlandês Cinn Mhara, “cabeça do mar”, uma localidade portuária situada na costa oeste de Galway na Irlanda) sempre foram umas das sapatilhas mais acarinhadas do Mundo do Running, fruto das constantes inovação, tecnologia e desenho. No seu 10.º aniversário, um modelo especial para contar as 10 velas…

 

«A rainha por excelência do natural running nasceu da crença que uma sapatilha leve não podia aguentar o impacto de uma pessoa pesada. Assim nasceu a lenda, alterando as regras do jogo», revela um comunicado, que adianta que o novo modelo da Kinvara apresenta «um topsole EVERUN e uma entresola flexível de EVA+ para uma corrida suave e reativa. A parte superior da malha garante suporte e respirabilidade e acomoda o pé à medida que se aumenta o ritmo».

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Para comemorar os 10 anos, o modelo, com 4mm de drop, apresenta «um desenho exclusivo e melhorado», com o sistema de ajuste “pro-lock” a facilitar um grande ajuste na zona média do pé, o que para uma corrida resistente e rápida. O modelo tem ainda «um sistema de tiras internas que ajustam o pé quando é mais necessário».

A tecnologia FlexFilm, camada superior muito flexível e respirável que protege o pé e ajuda a estabilizar a passada, continua a se destacar na parte superior das sapatilhas. Nota também para a sola, «bastante flexível para se conseguir um melhor contacto com o solo e mais liberdade de movimento».

Kinvara comemora os seus 10 anos em grande
Kinvara comemora os seus 10 anos em grande
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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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