Kilian Jornet e Emelie Forsberg revelam a aclimatização que fizeram no Himalaia

Este ano, Kilian Jornet alcançou o topo do Evereste em oito dias, sem oxigénio, numa das façanhas do ano. Emelie Forsberg também passou pelo Himalaia em 2017. Os dois revelam num vídeo como decorreu a aclimatição, um vídeo bastante explicativo e esclarecedor das dificuldades deste processo.

 

As dificuldades da aclimatização de Kilian Jornet e, principalmente, da sua companheira, Emelie Forsberg, é demonstrado ao pormenor, ao mesmo tempo que podemos verificar a importância cada vez maior da hipóxia, quando trabalhamos com défice de oxigénio, um tema cada vez mais estudado na Medicina e utilizado no Desporto.

No documentário, Jornet explica que o seu objetivo e o de Forsberg era ficarem o menor tempo possível nos Himalaias, já que a época desportiva assim exigia.

«É possível escalar uma montanha de 8000 metros em 10 dias sem oxigénio e assistência?», foi a questão que os dois atletas, referências mundiais no Trail e no Esqui, tiveram como base para este projeto.

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Mais uma vez ficou provado a singularidade de Jornet, que sentiu-se mais “à vontade” próximo dos 8000 metros do que Forsberg. Aliás, um especialistas salienta no vídeo que um atleta que realize o mesmo plano do espanhol não significa que conseguirá escalar os 8000 metros, pelo contrário.

Nota também para a consciência de Fosberg, que teve a lucidez de não continuar com a ascensão, mesmo tão próxima do topo.

Um vídeo para ver e rever!

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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