Japonês quer correr 100 maratonas com tempos inferiores a 2h20

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No Mundo da Maratona, há um atleta que é acompanhado com alguma atenção pelos seus companheiros de distância, concretamente o japonês Yuki Kawauchi, que pretende correr 100 maratonas com o tempo inferior… de 2h20!

 

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Kawauchi explodiu mundialmente em 2011, na Maratona de Tóquio, com a marca de 2h08, tempo que o permitiu participar no Mundial de Daegu. Desde então, literalmente não se cansou de correr, apresentando uma média de 10 maratonas por ano (sim, 10…), além de outras infindáveis provas de outras distâncias.

Recentemente, antes da Maratona de Nova Iorque, que correu (2h13m29), o japonês revelou os seus três objetivos do momento:

• Alcançar os Jogos Olímpicos do Rio 2016;
• Alcançar uma medalha no Mundial de Londres 2017;
• Conseguir correr 100 maratonas com tempos inferiores de 2h20.

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O que impressiona nos objetivos de Kawauchi, mais do que os Jogos Olímpicos ou o Mundial, é tentar superar o registo do norte-americano Doug Kurtis, que correu 76 maratonas em menos de 2h20, registo alcançado nos anos 80.

Até ao momento, Kawauchi correu 52 maratonas abaixo de 2h20 (este ano vai correr ainda a de Fukuoka, pelo menos…). Se mantiver a média, alcançará o seu objetivo em 2022, mas a imprensa nipónica espera que tal aconteça em 2020, coincidindo com os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.

Ano/ Maratonas/ Sub-2h20
2009/ 3 provas/ 3 abaixo de 2h20
2010/ 2/ 2
2011/ 5/ 5
2012/ 9/ 8
2013/ 11/ 11
2014/ 13/ 13
2015/ 11/ 10

Esta façanha é acompanhada de perto por muitos atletas profissionais, muito devido ao impressionante nível competitivo de Kawauchi. Só este ano, já correu 41 provas (veja aqui a lista das corridas do nipónico em 2015. Não canse só de ver…).

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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