Irmãos franceses escrevem e fotografam a essência do Trail

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Durante um ano, o fotógrafo francês Alexis Berg e o irmão, o jornalista Frédéric Berg, acompanharam 13 das mais importantes provas do Trail mundial (por exemplo, Ultra-Trail du Mont-Blanc, Marathon des Sables, Ultra-Trail Australia, Ultra-Trail Mt-Fuji e Hardrock 100). O resultado é o livro «Grand Trail», com 324 páginas de belas fotos e textos, uma obra que resume o que é hoje a modalidade (para comprar, cliquei aqui).

 

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«Grand Trail», em edição bilingue em francês e inglês, apresenta vários pontos de interesse, tais como o curriculum de 16 nomes sonantes do Trail, as caraterísticas das principais provas do Mundo e temas temáticos. Mas há curiosas seções. Por exemplo, os autores fotografaram o antes e o depois de atletas que correram a Ultra-Trail Harricana, no Canadá, uma prova de 125 km realizada em La Malbaie, no Quebec. Alguns dos corredores fotografados correram pela primeira vez mais do que 100 km.…

De notar que é possível encomendar fotos isoladas do livro, algo complicado de escolher devido a qualidade do olhar de Alexis Berg, que publica as suas imagens em algumas das principais revistas do Mundo. Clique aqui para ver algumas.

Refira-se que os autores estão intimamente ligados ao Mundo Trail, com Frédéric Berg a sustentar no seu curriculum três Diagonale des Fous e onze Ultra-Trail du Mont-Blanc.

O projeto «Grand Trail» começou com este vídeo:

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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