O Natal do fenómeno João Oliveira

João Oliveira foi novamente um dos nomes do ano no Mundo da Corrida, levando mais uma vez o limite do Homem para outro nível. O ultramaratonista português aproveita a quadra natalícia para revelar o seu Natal do passado e do presente, ao mesmo tempo que analisa o ano de 2017 e já olha para o ano de 2018.

 

Natal que não esquece
O último que passei em família, na companhia da minha mãe, hoje falecida; e o primeiro que passei com a minha namorada, em 2016

A prenda de sempre do seu Natal
Um par de botas, que até hoje tenho e que gosto de andar com elas

Qual o presente que gostaria de receber no Natal
Uma noite romântica natalícia

Momento marcante de 2017
Ter sido tricampeão na Ultra de Milano-Sanremo 285 km

 

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Prova marcante de 2017
PT281, uma prova bastante difícil devido ao calor.

Como definiria 2017
Um ano para repetir todos os momentos

Um pedido para 2018
Que a base de 2018 seja o sucesso que tive em 2017

O que deseja para o Mundo da Corrida nacional em 2018
Muito treino na companhia dos que amam a modalidade, dividido em momentos de provas recheadas de muita aventura e emoção

Clique na imagem abaixo e veja mais depoimentos do Natal e das perspetivas para 2018 das nossas estrelas. 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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