Estados Unidos recorda morte prematura de Steve Prefontaine

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No passado dia 30 de maio cumpriu-se os 40 anos da morte de Steve Prefontaine, devido a um acidente de viação, aos 24 anos. Jovem promessa do atletismo norte-americano, o corredor foi um dos nomes (além de  Jim Ryun, Frank Shorter e Bill Rodgers) que ajudou a popularizar nos anos 70 a corrida de fundo e meio-fundo no país e no Mundo.

 

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Recordista dos Estados Unidos em sete distâncias, entre os 2000 e os 10 mil metros, Prefontaine, que somou 120 triunfos em 153 corridas (nunca perdeu uma corrida quando representou a Universidade do Oregon), participou dos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972 (com 21 anos alcançou o quarto lugar nos 5000, com o tempo de 13m28s04).

O local onde morreu, no campo universitário de Oregon, próximo de Hendricks Park, está assinalado, sendo um local de romaria para milhares de corredores, que fazem questão de homenagear o legado do jovem.

 

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De referir que a morte de Prefontaine causou estupefação no país e é até hoje recordada todos os anos através de uma reunião de atletismo, a Prefontaine Classic, algo que acontece desde 1975.

«Dar algo menos do que o seu melhor é sacrificar o dom que você recebeu» é apenas uma das célebres frases de Prefontaine, frases que servem de motivação para muitos corredores, nos Estados Unidos e um pouco por todo o lado.

Prefontaine foi alvo de dois filmes, «Prefontaine» (1997), de Steve James, com Jared Leto, e «Without Limits» (1998), de Robert Towne, com Billy Crudup. Nota também para o documentário «Fire on the Track», de Erich Lyttle (1995).

Foi há 40 anos…

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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