Os 5 erros mais comuns de quem lava a roupa desportiva

Após o treino, é normal chegarmos a casa com a camisola e os calções encharcados de suor (pelo menos deveria ser assim…) e, por vezes, de lama, para quem corre Trail. A grande maioria dos corredores tiram a roupa e a jogam num canto, para a próxima lavagem da máquina de roupa. Um dos erros que cometemos nos cuidados que devemos ter com a nossa roupa desportiva. Hoje e amanhã daremos os cinco erros mais comuns sobre o tema.

 

Primeiro erro a evitar

Ignorar a etiqueta do material desportivo

A informação está lá, mas muitos a ignoram por completo, juntando a roupa da corrida com as outras do dia-a-dia da casa. O problema é que o vestuário desportivo, na sua grade maioria, requer certos cuidados quando o assunto é a sua lavagem, fruto do seu material, bastante específico tendo em conta as necessidades do corredor. Por isso, é fulcral lermos o que diz a etiqueta, ainda mais devido ao elevado preço da roupa de corrida de qualidade, muito mais cara em comparação a outras vestimentas. Um dado a reter e que os corredores devem ter especial atenção é com a temperatura da lavagem. Segundo os especialistas, se estiver em dúvida, o melhor é lavar o material em água fria, evitando assim o desgaste das fibras de nylon ou latex.

Segundo erro a evitar

“Esquecer” o material desportivo no cesto da roupa suja (ou num canto da varanda)

Se tem o hábito de, após correr, atirar a roupa para um canto ou para o cesto da roupa suja, aguardando que o mesmo fique cheio para aí sim fazer uma máquina de lavar, é hora de mudar os hábitos, caso contrário, com o tempo, será impossível ficar ao seu lado devido aos maus odores… Tudo devido a humidade do suor. Segundo uma especialista procurada pela revista Woman´s Running, «a humidade promove o crescimento microbiano. Quanto mais crescem, mais odores produzem (…) E, quanto mais tempo estão “abandonados”, mais difícil é de retirar o cheiro.»
Ou seja, se não há tempo para lavar a roupa suja logo após a corrida, o melhor é estender a mesma no varal. Uma vez seca, poderá juntar o equipamento ao cesto de roupa suja.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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