Correr na Europa e em África é possível com a Eurafrica Trail

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A organização da Eurafrica Trail confirmou a segunda edição da prova (em 2015 houve uma edição piloto) após o êxito alcançado em 2016. A competição, agendada entre os dias 11 e 15 de outubro, é a primeira corrida de Trail realizada em dois continentes, concretamente entre Europa (Espanha) e África (Marrocos). Este ano a corrida terá três etapas, uma a mais do que a do ano passado.

 

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Com partida em Espanha e chegada em Marrocos, a Eurafrica Trail foi apresentada recentemente no país vizinho. A principal novidade é a inclusão de uma etapa de KM Vertical, o que demonstra a importância que esta categoria tem nos nossos dias no Mundo do Trail. Deste modo, em vez de duas, como aconteceu em 2016, teremos três etapas.

Nota também para o aumento de inscrições, fruto do interesse de milhares de atletas, que ficaram de fora da corrida no ano passado devido a limitação de lugares (apenas 500 vagas disponíveis). Outra novidade é a inclusão de uma corrida por equipas.

Em 2016, a Eurafrica Trail decorreu no Parque Natural de los Alcornocales, em Espanha, e no Parque Nacional de Talassemtane, em Marrocos. Contou com cinco provas: Quercus 25, Tissouka 30, Quercus 50, Intercontinental 55 km e a Intercontinental 80 km. Os corredores correram nos dois continentes apenas nas duas últimas provas, sendo 30 km do percurso de cada uma em solo africano. Na prova principal, o desnível positivo foi de 8000 m (3800 m nos 55 km). Os vencedores foram Zaid Ait Malek e Anna Comet.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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