Os 10 segredos (e mais um) para correr a Volcano Marathon (e não só)

O que é necessário para correr a exigente e desgastante Volcano Marathon? No último dia d´«A Semana da corrida extremamente difícil e extremamente bela», João Bandeira Santos revela os segredos da sua preparação, mas também o que fez para terminar a prova.

1) Ter bastante experiência na gestão do esforço e motivação

2) Treinar a respiração

3) Viajar com antecedência para ter uma maior aclimatização à altitude

4) É fundamental estar muito hidratado antes, durante e após a corrida para reduzir o  efeito combinado da altitude elevada com o ar extremamente seco do deserto

5) Não esquecer protetor solar, estamos num ambiente com UV Extremo 11+

 

LEIA TAMBÉM

A falta de oxigénio na Volcano Marathon “me obrigou” a aprender a respirar

Do Polo Norte para o deserto do Atacama com a corrida como denominador comum

Como treinar ao nível do mar para uma prova com uma altitude média de 4000 metros

Como corri com menos 40% de oxigénio na Volcano Marathon

 

6) Ingerir muitos hidratos de carbono durante a prova

7) Ter experiência de Trail, fazer uma preparação para subidas e descidas constantes. O percurso é  “ondulante” (para dizer pouco!)

João Bandeira Santos sofreu mas terminou a Volcano Marathon
João Bandeira Santos sofreu mas terminou a Volcano Marathon

8) Usar calçado apropriado a Trail e pacote de hidratação para ter alguma autossuficiência entre os “check points”

9) É fundamental levar óculos escuros, a luz solar é muito intensa. A linha do Trópico Capricórnio atravessa o percurso da corrida!

10. Levar roupa flexível, a maratona começa com temperaturas quase negativas e acaba a mais de 25ºC sob um sol brutal. 

Vou acrescentar mais um…

11. Levar máquina fotográfica e apreciar a vista!
 

 

Gostaste do artigo? Faz Gosto ou Partilha com os teus amigos!
Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

Gostou? Partilhe pelos amigos