Consegue subir e descer o Aconcágua em cerca de 11 horas? Ele conseguiu… (com vídeo)

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O ano aproxima-se do fim e já muitos fazem as habituais listas dos acontecimentos de 2015. No Mundo da Corrida, há um incontornável: o recorde de Karl Egloff, que subiu e desceu o Aconcágua (6.962 metros), a maior montanha das Américas, em 11h52.

 

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No denominado speedclimbing, há dois nomes a reter na modalidade: o incontornável Kilian Jornet e Karl Egloff. Ambos estão a elevar o nível dos desportos radicais a limites para muitos inimagináveis.

A “rivalidade” entre estes dois atletas é um dos acontecimentos do running atual, já que Egloff, filho de um alpinista e de uma mãe equatoriana, tem pulverizado os recordes alcançados por Jornet.

Depois de ter superado o recorde do espanhol no Kilimanjaro (5.895 metros), a maior montanha de África, em 2014, Egloff, de 33 anos, superou o recorde de Jornet no Aconcágua em fevereiro último. O anterior registo era de 12h49, agora é de 11h52. 

A sua façanha pode agora ser vista através de um mini-documentário em espanhol, de cerca de 15 minutos.

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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