Consegue correr 3m47 por km? Ele conseguiu, durante… 100 km

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O japonês Yamauchi Hideaki surpreendeu o Mundo da Corrida ao vencer a vigésima nona edição da IAU 100km World Championships, realizado recentemente em Los Alcázares, em Murcia, Espanha. O nipónico conseguiu percorrer a centena de quilómetros com uma média de 3m47.

 

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Organizado pela International Association of Ultrarunners, a IAU 100km World Championships é uma das provas mais singelas do Mundo da Corrida, apesar de ser um pouco desconhecida em Portugal, o que não acontece, por exemplo, em Espanha, que recebeu pela terceira vez o evento (as anteriores edições foram em Santander e Palamós, em 1988 e 1992, respetivamente).

Numa prova marcada pelo calor, o japonês Yamauchi Hideaki surpreendeu tudo e todos ao vencer a prova com o incrível tempo de 6h18m22, uma incrível média de 3m47, algo absolutamente incrível tendo em conta o número de quilómetros da prova. De referir que o nipónico correu os primeiros 50 km em 3h09 e, os segundos 50 km, em… 3h09. Nas posições seguintes ficaram o sul-africano Bongmusa Mthembu (6h24m06), que quebrou nos últimos 10 km (média de 4m36) e o norte-americano Patrick Reagan (6h35m42).

No feminino, o triunfo foi para a australiana Kirstin Bull, com o registo de 7h34m25 (média de 4m32). Atrás ficaram a croata Nikolina Sustic (7h36m10) e a britânica Joanna Zakrzweski (7h41m48).

No total, 32 países participaram na IAU 100km World Championships.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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