Consegue correr 160 km? E com 72 anos e em menos de 30 horas…

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Wally Hesseltine tinha um sonho: correr a Western States 100-Mile Endurance Run, uma das mais tradicionais ultramaratonas dos Estados Unidos (160 km), aos…72 anos. O problema é que tinha de terminar a prova em 30 horas, como exige o regulamento da competição. O desfecho desta emocionante história virou um singular documentário, que revela se Hesseltine cortou ou não a meta. E, se cortou, no tempo estipulado pela organização…

 

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«Thirty Hours» é da autoria de Alex Massey e Lucas Vasquez, que não ficaram indiferentes ao sonho de Hesseltine, que começou a correr com regularidade aos 37 anos, disputando nas últimas três décadas e meia pelo menos uma prova por mês.

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De referir que, para correr a tradicional Western States 100-Mile Endurance Run, o norte-americano, com um curriculum de 175 ultramaratonas, foi obrigado a concorrer pelo dorsal durante sete anos.

A história de Hesseltine e a sua luta contra o corpo é algo realmente singular, com um desfecho digno de um filme de Hollywood devido a sua dramaticidade. Ao mesmo tempo, Alex Massey e Lucas Vasquez conseguem mostrar a dureza de uma prova de 100 milhas, algo realmente para poucos.

Assista abaixo o documentário:

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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