Mais cinco conselhos para baixar o índice glicémico

Para baixar o índice glicémico é necessário seguir regras relativamente simples. Como estas cinco que agora revelamos, que devem ser somadas as cinco de segunda-feira.

 

Integral, sem dúvida
Por exemplo, se comparares o arroz branco com o arroz integral, irás perceber que o branco tem um IG de 69 e o integral tem um IG apenas de 50. Quanto menos refinados forem os alimentos, mais fibra contêm, mais lenta é a sua digestão e a libertação de glucose no sangue, o que diminui o índice glicémico

O dilema dos lacticínios
Ainda que os queijos sejam alimentos de baixo IG pela sua riqueza em proteínas, estes produtos lácteos provocam a libertação de insulina sem variar os níveis de glucose no sangue. Para introduzir o cálcio na tua alimentação, come dois iogurtes naturais por dia

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As frutas doces também contam
Não há razão para não comeres fruta, mesmo as frutas mais doces. O açúcar da fruta ou frutose absorve-se mais lentamente que a glucose e metaboliza-se principalmente no fígado, pelo que tem um IG menor que alguns alimentos com o mesmo teor de hidratos de carbono

Cuidado com a maltose
As aparências enganam, a maltose é o único açúcar que possui um IG maior que a glucose (110), ainda que seja um hidrato de carbono mais complexo (a maltose é um dissacárido, formado por duas moléculas de glucose) 

A mistura altera o produto
Os vários alimentos numa refeição fazem com que o IG varie. As gorduras e as proteínas tendem a prolongar a digestão. Os hidratos de carbono misturados com alimentos gordos ou proteicos costumam ter um IG menor.

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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