Casal de 80 anos comemora aniversário com uma… Maratona

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Como comemorar 57 anos de casado e 80 anos de vida? A resposta é simples: correndo uma Maratona. Foi o que fizeram Kay e Joe O´Regan, que fizeram questão de terminar a distância de mãos dadas, um gesto que recordou a primeira vez que correram os 42,195 km, há três décadas…

 

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A Maratona não é uma novidade para Kay e Joe O´Regan. Ela já correu 29 provas, ele 113. Ou seja, ambos são amantes incondicionais da corrida. No entanto, em apenas uma terminaram ao mesmo tempo, inclusive com as mãos dadas. Aconteceu na Maratona de Londres, em 1986, quando comemoraram 50 anos (correram pela primeira vez a distância). Na altura, com dois filhos, Key pretendia fazer algo diferente para comemorar as cinco décadas de vida, escolhendo a Maratona como o presente ideal para ambos.

Três décadas depois, o casal decidiu repetir o feito, concretamente na Cork City Marathon. Foi portanto nas ruas da Irlanda que Kay e Joe O´Regan decidiram festejar os seus 80 anos (e 57 de casados), um aniversário que recebeu milhares de aplausos durante todo o percurso, principalmente na parte final.

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Os dois terminaram a prova com o tempo de 5h25m29. Com este resultado, o casal venceu a prova no seu escalão, sendo Kay O´Regan a corredora mais rápida do Reino Unido na sua idade.

«A verdade é que não somos especiais ou extraordinários, não somos mais do que os outros. Correr é apenas algo que fazemos», afirmou Joe à Runner´s World.

O casal revelou ainda que já tem em mente a Maratona de Nova Iorque, no dia 6 de novembro, já que pretende escrever o seu nome no Livro dos Recordes como o casal mais velho a terminar a distância, o que não conseguiram em Cork City Marathon.

«Na Irlanda há um ditado especial: os que rezam juntos, permanecem juntos. Nós dizemos o seguinte: os que correm juntos, ficam juntos.»

https://www.youtube.com/watch?v=5CqMafshKwA

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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