Europeu e Campeonato do Mundo de Pista Coberta dominam o calendário mundial 2018

Se, no ano passado, o Mundial de Londres dominou a atenção de todos, em 2018 há duas provas que prometem centrar as atenções dos amantes do Atletismo, concretamente o Europeu de Berlim e o Mundial de Pista Coberta de Birmingham.

 

No primeiro trimestre, concretamente em março, entre os dias 2 e 4, a cidade industrial inglesa de Birmingham receberá o Mundial de Pista Coberta, uma escolha de certo modo “curiosa”, já que, no ano passado, Londres recebeu o Mundial de Atletismo. A festa do Atletismo regressa depois em agosto, entre os dias 6 e 12, com Berlim a receber o Europeu, numa festa que promete mexer com o velho continente, inclusive com Portugal, principalmente devido a inclusão dos 50 km marcha feminino no calendário do evento, o que aumenta em muito a possibilidade do nosso país de conquistar medalhas, já que Inês Henriques é a atual campeã e recordista do Mundo.

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Ao analisarmos o calendário, merece destaque a Espanha, que terá um ano fértil de competições, como são os casos do Mundial de Meia-maratona (Valência, 24 de março), do Mundial de Trail (Peñagolosa, a 12 de maio) e os Jogos do Mediterrâneo (Tarragona, entre 27 e 30 de junho), mas também, na categoria master, o Europeu de Pista Coberta (Madrid, entre 19 e 24 de março) e o Mundial (Málaga, entre 4 e 16 de setembro).

Nota também para os sempre competitivos Commonwealth Games, na Austrália (entre 4 e 15 de abril), e a Taça Europa de Lançamento, em Leiria (10 e 11 de março).

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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