Asafa Powell, o Rei dos 100 metros

Usain Bolt é tricampeão olímpico nos 100 metros, além de sustentar o recorde do mundo na distância, mas o Rei do hectómetro é… Asafa Powell, 34 anos, que entrou no Livro dos Recordes por ter corrido os 100 metros por 97 vezes abaixo dos 10 segundos.
A primeira vez que o jamaicano correu os 100 metros abaixo dos 10 segundos foi a 12 de junho de 2004, quando registou 9s99. Desde então, correu a distância por 97 vezes abaixo dos 10 segundos, a última em setembro do ano passado, em Zurique (9s94, quando venceu a Liga Diamante).

LEIA TAMBÉM
Bolt já escolheu as provas que vai correr no Mundial e abdicou da sua preferida

De referir que, destas 97 vezes que correu em menos de 10 segundos, por 44 vezes conseguiu correr o hectómetro em menos de… 9s90, sendo por oito vezes em menos de 9s80.

Por duas vezes Powell estabeleceu o recorde do Mundo: em 2007, com 9s77, e 2009, 9s74. O jamaicano, que tem como melhor marca 9s72 (2008), apresenta em seu poder o quinto melhor tempo de sempre nos 100 metros.

LEIA TAMBÉM
Eurosport junta na mesma corrida Jesse Owens, Carl Lewis e Usain Bolt

Para termos uma ideia da façanha de Powell, o segundo colocado neste feito é o norte-americano Justin Gatlin, que correu por 53 vezes abaixo dos 10 segundos. Já Bolt, recordista do Mundo na distância (9s58), tem 49 provas no “currículo”.

O jamaicano acredita que a sua performance deve-se principalmente a dois fatores: ter começado tarde no Atletismo (apenas com 17 anos) e o seu trabalho nos treinos, onde se dedica por completo.

Gostaste do artigo? Faz Gosto ou Partilha com os teus amigos!
Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

Gostou? Partilhe pelos amigos