6 estratégias para controlar o apetite

Na segunda-feira referimos sobre a diferença entre apetite e fome. Hoje temos seis propostas para evitar o “ataque ao prato”, estratégias para mantermos a linha.

 

Sacia-te! Não deves passar fome
É importante levantar-se da mesa com a sensação de estar satisfeito, mas sem te sentires tão cheio que só consigas instalar-se no sofá. Para consegui-lo, deves ingerir alimentos ricos em fibras como verduras, leguminosas, algas e alimentos integrais, que saciam o estômago e atrasam o surgimento da fome.

Cinco, no mínimo… por dia!
Faz pelo menos cinco refeições por dia e evita que passem mais de quatro horas sem comer. Por uma razão simples: quando diminuis o número de refeições, quando te sentas à mesa já estás com um apetite devorador o que te leva a comer demasiado. Ou então cais no erro de petiscar entre refeições…

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Liberta-te da dieta
Muitas das pessoas que sofrem ataques de “fome” passam a vida a seguir uma dieta aborrecida e monótona que não as deixa comer outra coisa senão saladas e bifes grelhados. O melhor é optar por uma dieta mais variada e equilibrada, que inclua todo o tipo de alimentos saudáveis e naturais e que permita um pequeno capricho por dia. Isso irá evitar que faças asneiras

Objeto motivador
Procura motivação para evitar falhar e tenha-a sempre consigo. Cada pessoa tem o seu pilar psicológico pessoal sobre o qual baseia a sua força de vontade. Uma fotografia na carteira de quando estava com o peso ideal ou umas calças mais justas onde conseguia caber podem servir de um verdadeiro objeto motivador.

Organiza a vida com calma
O stresse é um dos piores inimigos do peso certo. A tensão, a ansiedade e a sensação de perda do controlo induzem-nos a comer alimentos errados. Dedica tempo a ti mesmo, aposta em atividades de lazer e passa mais tempo com aqueles que gostas

Permite-te ter um capricho

As dietas tornaram-se mais flexíveis, permitindo certos alimentos proibidos, como o chocolate. Quando se faz uma lista de alimentos taxativamente proibidos, corre-se o risco de desejá-los desesperadamente. E num momento de fragilidade podemos comer um chocolate em três tempos. As autorizações controladas podem ser um prato de batatas frias ou uma dose de chouriço, desde que ingeridas em pequenas quantidades e de modo controlado e consciente.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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