Corres regularmente 5 km? Parabéns, és mais feliz do que a maioria das pessoas

Correr regularmente 5 quilómetros faz com que sejamos mais felizes e que estejamos mais satisfeitos e mais seguros connosco próprios, além de aumentar a confiança com o nosso próprio corpo. Esta é a conclusão de um novo estudo, realizado pela Glasgow Caledonian University em colaboração com o Strava.

 

O estudo analisou cerca de 8.000 corredores, todos utilizadores do Strava e participantes do programa Parkrun, corridas gratuitas de 5 km realizadas no Reino Unido e um pouco por todo o Mundo.

Segundo a “Escala de Felicidade de Oxford”, método utilizado pelos científicos para medir o «bem-estar subjetivo» na última década, 89% dos corredores sentem-se mais felizes por correrem regularmente pelo menos 5000 metros.

A média da pesquisa, segundo uma escala entre 1 (infeliz) e 6 (muito feliz), foi de 4,4, acima da média da população mundial, que é de 4.

Strava aumentou a felicidade dos atletas

Outros dados da pesquisa demonstraram como o Strava alterou a vida desportiva de muitas pessoas, sendo que 83% dos inquiridos estão mais motivados para fazer exercício desde a utilização da aplicação. Dos cerca de 8000 inquiridos, 44% afirmaram que as suas vidas sociais melhoraram ao fazer parte da “comunidade” Strava, principalmente devido a app permitir o duelo virtual, por exemplo.

A corrida traz felicidade
A corrida traz felicidade

O números desta recente pesquisa agradaram, evidentemente, o “country manager” do Strava no Reino Unido, Gareth Mills, que também ficou feliz com as conclusões do estudo.

«Ter números sólidos que demonstram que a corrida acarreta felicidade e que fazer parte de comunidades, como a Parkrun e o Strava, por exemplo, aumenta a motivação é uma notícia fantástica. Sabemos que a corrida é benéfica a nível físico, mas, com estes números, também verificamos os benefícios psicológicos de pertencer a uma comunidade ativa.»

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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